sábado, 28 de fevereiro de 2009

Memórias de um reencarnante

A criação dos meus sonhos
Investe em vários sentidos... duplos
Ambíguos sujeitos cheios de carinhos
Vestem-se de inúmeros vestidos
Como arranha cada pedaço da trilha
Mande embora toda a longíqua
Adoro esta aqua brasilis
Com se houvesse partilha

Dutos e mais dutos no vespertino
Olho em seu olhar o gosto pela noite
Caminhas melhor na sua guerra
Vês o gado no açoite
Contudo o adoro não se perde pela terra

Perdi longos julgamentos
O céu tocou, entretanto, seus lamentos
Fui um júri
Sem o comparecimento da minha empatia

Morbidez, pérolas procurando proteção
Lembranças do espelho que refletia, achando
Nada seria tão fútil, confusão
Em seu gosto pelo dia
Em seu gosto denotado por uma lenda

Dizei, não choro por nada
A água encanada, nunca olha para trás
As ondas vão em só direção
Propagando o que o mundo pensou, sem coração

Cada um de nós repetiu uma sentença
De pelo menos sete, e mais Setembro eu teria esperança
Futuro contentamento, cai em minha cabeça
um confete

Espera-me um mundo
Um plano retrógrado
Também um aparato do passado
Em vivências, felizmente não preciso de ajuda
Me juntarei aos outros, serei imundo
Ou, ao invés disso, uma mulher muda.
Carpe Diem

Um comentário:

  1. - Adoravel Miserável...

    Sua Adocicada amou...

    já voltei pra fikar com vc...

    amavel a figura tão surreaL

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